O Triunfo do desapego
Faz da Saudade estandarte.
De resistir-lhe uma arte,
e ainda que sangres por dentro.
Arreganha os dentes para o vento,
converte a guinada em sorriso.
Se ela se tornar mais dura,
já não estás em ditadura,
mostra-lhe que a escravatura acabou.
O clarim da vitória soou,
não te vergarás mais ao castigo.
Ainda que condiga contigo essa forma de penar,
deixa a Saudade murchar.
Não a regues. Não a podes.
E quando precisares de abrigo,
deixa o Desapego ganhar.


Saudades, Amiga Maria, só as que valem a pena. Vivo de memórias, mas sobretudo andando para o futuro. É lá onde temos que chegar.
ResponderEliminarUm abraço
Verdada, meu querido amigo. Vivemos de memórias com a obrigação de seguir em frente. Recuar, ou desistir, não nos está no sangue. Custe-nos cada passo dado, adiante, haverá sempre alguma coisa por que vale a pena caminhar. Um beijinho e uma boa semana! Tudo de bom para si e todos os seus, meu bom e querido amigo. Obrigada pela companhia!
Eliminar