À deriva
Imagem, minha
Agora que pouco resta do antes que já era nada.
Deixa-me continuar desamparada a procurar o que, se achasse, duvido que me apercebesse.
Pois se é na noite que melhor caminho, não renego o dia.
É, assim, demarcada, que melhor aceito o Ocaso
da minha Alvorada.

A falta que faz a opção partilhar. Revejo-me no que disse. Boa noite.
ResponderEliminarMuito obrigada, Romi! É exactamente o que sinto quando leio muitos dos seus poemas e restantes escritos. Somos almas "complicadas" porém tão incrivelmente simples e quase infantis. Há pessoas cuja "escuridão" brilha mais que se supõe. Mas a generalidade dos que veem só a superfície não compreende. Um beijinho e bom fim-de-semana!
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