Desengraçada
Sesimbra, Castelo
Destoo e destoei sempre no meio de gente fina.
Descalça e simplesmente trajada.
Sou um pedaço de nada,
Roliça e pequenina.
Mulher com génio marcado.
Capaz de despertar ódios, como intensas paixões,
Destoaria em salões.
Mas encaixo perfeitamente num canto despovoado.
Como se pode achar belo...
o que quer que me defina?
Se destoaria num Paço.
Sendo apenas pedra gasta... no alto de uma colina.

Nunca destoaria, excelente poetisa que é. Um abraço Maria.
ResponderEliminarUma grande poetisa que muito gosto de ler - como se ouvisse.
ResponderEliminarAbraço Maria
Meu bom e querido amigo, agora deixou-me comovida. Eu ao pé de si sou um zero à esquerda, pois tanto gosto de o ler! Lê-lo inspira-me, além de o fazer como se lesse um romance, me contassem uma lenda maravilhosa sobre o nosso chão, que tanto amamos. Adoro descobrir novos rumos, conhecer hábitos e demais aventuras que descreve tão bem. Saber da nossa História. Sinceramente, consigo aprendo e viajo também. Muito obrigada! Acredite, ás vezes ando tão desmotivada, insegura sobre o que faço, que nem sei se vale a pena continuar a escrever. No fundo para quê? Tudo passará e ficará por aí como no deserto vasto a areia, atrás de areia. Não quis jamais ter relevo, escrevo pprque gosto apenas. Mas que me sabem muito bem as suas palavras, sabem! São um bálsamo e um grande estímulo. Bem-haja, de coração! Saiba que muito o admiro e prezo. Que lhe desejo a si e aos seus, tudo que para mim e os meus almejo, tal e qual! E fico a torcer por esse prémio e por ambos, como se meus, do meu sangue, fossem! Muito obrigada e tudo de bom, meu amigo. HOje e sempre!
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