Aquela

 



Sesimbra


Eu, a que costumo ser eu, que já dou tanto trabalho a mim mesma quando não sei de quem se trata, quando passo por mim, confesso-vos que: o desprezo dos outros nada me é mais do que um chuvisco estival, a picada leve da agulha de um pinheiro.

Os outros, quem são? O eu que se desconhece ao passar por si?

Tanto me faz!

Não lhes ligo.







Comentários

  1. Aqui nos reencontramos Maria.
    Boas escritas. Estamos no Novo Mundo, oxalá nos adaptemos

    Um abraço

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    1. Meu bom e querido amigo, Novo Mundo implacável para quem já viveu alguma coisa, como nós. Há que acompanhar os tempos, que remédio... Seja como for, jamais nos "renderemos" sem dar "luta." Um abraço meu amigo! Tudo do melhor para si e todos os que ama! Obrigada pela visita!

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